27 fevereiro 2010

Canalhices, canalhas, PDMs e lucro



Eu vou reconstruir isto, diz o outro.

Agora deixem-no, com os amigos construtores, sem vigilância, a reconstruir "isto".

4 comentários:

Austeriana disse...

Com um burjeço daqueles...

relogio.de.corda disse...

É assim na Madeira, é assim por todo o lado onde os tostões continuam a ser moeda de troca para servir interesses maiores. Acho, no entanto, que a Mãe Natureza acaba por revelar toda a sua fúria perante a mão humana mais cedo ou mais tarde. E contra ela, não há nada a fazer...

Teresa disse...

Agora seria fácil. Basta uma fotografia aérea da Madeira e delimitar, sobre ela, a vermelho sangue, onde não construir. Mas, apesar de ele "estar farto de andar à porrada com a natureza", a Madeira não tem safa...

Paulo disse...

Austeriana, não deixa de surpreeender um certo servilismo com que a comunicação social aceita ( e tantas vezes promove) as opiniões de um cidadão que como se vê neste caso é o objectivo responsável por uma situação de calamidade em toda uma região.

relogio.de.corda,concordo que, sempre, a natureza se afirma. Mas, entretanto, há uma gente que a agride em benefício próprio e sai sempre impune.

Teresa, não tem safa por estar prisioneira dos interesses de alguns senhores. Na Madeira, basta sair do Funchal e, sobretudo, na zona norte da ilha, é patente o atraso e a dependência que são o caldo onde se desenvolve o caciquismo mais primário que trouxe benefícios inimagináveis a meia dúzia. Que vão ter agora mais uma oportunidade, porque a "reconstrução" será um bom negócio.