03 maio 2010

"Os livros são objectos transcendentes" *

Foi este o dia - Dia da Liberdade de Imprensa - que o Marcas e outros blogues associados escolheram para  concretizar o desafio de uma blogagem colectiva.  É que o  vídeo revela uma descoberta assombrosa. Em letra de imprensa.


* verso do poema Livros, faixa 2 do Álbum Livro, de Caetano Veloso, 1999.

7 comentários:

Ana Paula Sena disse...

Olá, C. :)

Ainda bem que hoje tive um bocadinho para vir saber da blogagem colectiva! É que ainda vou a tempo!

Lá ficará o vídeo no meu espaço, com muito gosto.

Um abraço e muito obrigada.

Carlos Albuquerque disse...

Já lá esta!

Austeriana disse...

:)))
O LIVRO ou, como diria Auster, esse lugar único onde dois estranhos (autor e leitor) se podem encontrar de forma íntima.

Abraço.

C. disse...

Ana Paula,

eu sabia que não ia resistir!
É delicioso! E ainda falam da possibilidade de desaparecimento do livro...Com esta técnica de marketing, é caso para dizer (em francês): Jamé:-)))

Um grande abraço

C. disse...

Carlos Albuquerque,

já passei pelo "conversas" mas deixamos aqui também o nosso agradecimento pela cumplicidade partilhada, pelo seu entusiasmo contagiante. Foi uma reacção em cadeia bem gostosa.

Um abraço

C. disse...

Austeriana,

O Cervantes dizia: "Ver muito e ler muito aviva o engenho do homem".
E das duas uma: ou andamos ceguetas ou compramos os livros e não os lemos :-))

É que de engenho....nós por cá...

Receba o nosso abraço

César Ramos disse...

Temos de facto muito de engenho...
por cá... e, malgré...(embora dê jeito), o malfadado desenrascanso, responsável pelas muitas coisas provisórias com carácter de definitivo!

O Cervantes teve razão. Ver e ler é
fundamental! E é tanto assim, que assusta os poderosos. Mesmo os que se julgam democratas!

Por falar em Cervantes, lembro o D.Quixote. O dos moinhos! Também já tive um moinho, mas não lutei contra ele, lutei por ele! Fui expropriado a custo zero!
Neste caso, recebi a 'estocada' da lança do Estado!
D.Quixote nunca veria em mim um inimigo! Nem Cervantes o deixava!

Era o Moinho de Fial,... que deu origem a um outro blog de treta que tenho: o 'MUNHO'

Bem...! Boa noite! Vou embora, senão escrevo para aqui uma resma de palavras que até parece um livro de certos "escritores" recentes, dos que escrevem e publicam de um dia para o outro!

Escrever livros sim... mas 'devagar'!

Também temos para aí muito lixo camuflado de Livro, que não passam de rolos!
Não dos rolos antigos de papiro, ou pergaminho, que também são Livros, mas... rolos de papel higiénico com legendas!

Ah! Quase 3 da manhã (...) logo vi que me estava a esticar ...

I'm sorry!
Um abraço
e............,
VIVAM os LIVROS AUTÊNTICOS!

César e
AVÉ!