06 agosto 2010

Contra o horror e a barbárie


Esta fotografia conta o bárbaro assassínio de Asha Ibrahim, uma jovem de 14 anos, em 2008 na Somália,
Asha fora violada e posteriormente considerada adúltera por um "tribunal" que a condenou à morte por apedrejamento.
Aqui no Marcas, fazemos eco da campanha internacional desencadeada para salvar uma outra mulher, Sakineh Ashtiani, que no Irão enfrenta as forças dementes que ali fazem lei e que se preparam para repetir este crime hediondo.
Ninguém, em parte nenhuma do mundo, pode descansar enquanto este  horror não for impedido.

10 comentários:

clara disse...

Sem palavras. Horror.

Ana Paula Sena disse...

Um horror total, Paulo.

Também eu fico sem palavras, perante estes factos.


(completamente à parte: está bonito, o Marcas).

relogio.de.corda disse...

Um regresso ao passado mais negro da Humanidade.

César Ramos disse...

Boa noite Marcas,

Na esperança de conseguir 'ampliar' pelo meu lado esta v/iniciativa, decidi copiar o vosso título (I'm sorry) e, escrevinhei uma tentativa de 'adormecer' o monstro!

O meu comentário, é feito com o meu post!

Solidário com a Justiça Verdadeira,(...)Sempre!

Um abraço a todos,
César Ramos

trepadeira disse...

Não nos calaremos.
Recebi uma petição,através do "care causes".assinei de imediato.
Cordial abraço,
mário

relogio.de.corda disse...

Caros parceiros da blogosfera

Entretanto, roubei-vos também o vosso título para o meu post de hoje. Qualquer coisa igualmente repugnante, às portas da Europa, dita civilizada.

César Ramos disse...

Ao Marcas, e agora na pessoa do Paulo,

- Tenho andado agarrado a uma árvore e não tenho reparado na floresta!
De facto, o MARCAS está diferente e muito bonito!

Façamos votos para que possamos escrever sobre coisas mais bonitas do que este último tema!

Parabéns, pelo novo visual.

Um grande abraço,
César

Keila Costa disse...

Uma das faces da crueldade da 'humanidade"...o poder...sempre a rondar...

Paulo disse...

Clara, há, de facto, momentos em que as palavras não significam nada.

Ana Paula, a barbaridade de que são capazes os nossos semelhantes ultrapassa o imaginável.
(.. e obrigado pelas felicitações sobre a actual roupagem do Marcas. Concordo consigo e a responsável, C., merece-as.).

relogio.de.corda, acho que há momentos que demonstram que nunca saímos das cavernas... (sobre a utilização do post, já me manifestei e no seu blog e, claro, orgulha-nos.

César, temos muito orgulho na partilha (do título e das opiniões, claro).
Agradecemos os comentários à nova face do Marcas, responsabilidade da C., como escrevi acima. Abraço

Mário, todos os meiós são importantes para travar o monstro. Abraço.

Keila, concordo em absoluto. É, sempre, uma questão de poder. De resto, de forma geral a forma como as religiões (todas) tratam a Mulher está intimamente relacionada com o Poder e o seu exercício. Nestas sociedades, a opressão das mulheres (na família e na socieda) é necessária para manter imutável a estrutura dominante.Abraço

ILUSKA CABALLERO disse...

Sem dúvidas um completo horror, mais quero deixar registrado que assim como na Somália ou em países da baixa Europa, milhares de mulheres todos os dias são condenadas ao "apredejamento" silêncioso, tão cruel e mostruoso como esse da foto.