31 outubro 2009

Com um nó na garganta

Por alguma razão dizemos frequentemente que os pais são a nossa casa.
Aqui, testemunhamos um encontro amoroso.
Pai e filho, afastados pela mais estúpida das razões, encontram na música toda a força do afecto e da ternura, num amor sem tempo, lugar ou distância.
Sente-se, como diz o autor do clip, com um nó na garganta.


9 comentários:

JOSÉ RIBEIRO MARTO disse...

è comovente o encontro » te has puesto como un sapo». Ouvi é uma maravilha , » muchas gracias por haberle compartillado»
um abraço
________ JRMARTO

Martinha disse...

Muito bom! Gostei imenso! Há encontros e desencontros por que todos/ ou alguns passamos que nos marcam profundamente. Uns de uma maneira e outros de outra.

Ana Paula Sena disse...

Absolutamente magnífico. A prova de que o amor se exprime de muitas formas, quando é forte, como é o caso, normalmente, no amor entre pais e filhos. Felizmente, ambos dominam a linguagem musical. Criaram, assim, um momento tão belo, quanto comovente. Acredito que a música diz, muitas vezes, tudo aquilo para que as palavras são escassas.

Obrigada, Paulo. Votos de bom domingo :)

Paulo disse...

Zé Marto, tenho ouvido e "re ouvido" e, é mesmo, uma maravilha. Há uma intimidade nestes dois que começa no abraço inicial e flui naturalmente no que se segue e que nos emociona muito.
Martinha, de facto, este encontro será - para muitos de nós - o reviver de outros encontros (e desencontros), daí a emoção.
Ana Paula,falo por mim, quem teve a felicidade de ter no pai um companheiro e uma referência sente bem, no momento ali filmado,na troca de olhares entre os dois e na cumplicidade do abraço, como pode ser a aprendizagem dos afectos com os que foram nossos modelos iniciais.
Bom domingo

branca5 disse...

Magnífico..., estou como diz o Paulo,tenho ouvido e "re ouvido".
Nos encontros e reencontros,as palavras são o que menos importa conta o abraço sentido o beijo o olhar terno.
BOM DOMINGO
BJS

Austeriana disse...

Comovente. Não conhecia.
Muito obrigada por este momento.
Um resto de bom domingo.

via disse...

fabuloso!

Paulo disse...

Branca, a linguagem é feita de tantos sinais, mesmo.
Austeriana, é um momento comovedor porque se adivinha a ligação intensa daqueles dois homens que se amam e se admiram.Quase consigo ver o mais velho a levar o outro pela mão.
Via, obrigado.Fantáscico, de facto.

Anónimo disse...

A linguagem dos afectos transmitida de forma musical.
Um reencontro magico emotivo e... poderoso...
muito bonito!
Tocante mesmo...
CM