10 novembro 2009

A sucata e os mercedes, o supremo tribunal e nós...

6 comentários:

TERESA SANTOS disse...

Paulo,
Penso que começamos a perceber que estamos rodeados, qual ilha, por um mar de analfabetos politicos.
Palavras sábias, as de Bertol Brecht.
Abraço.

JOSÉ RIBEIRO MARTO disse...

Sim , esses existem, os anafabetos políticos, mas também existem os alfabetizados politicos. Só que eu não sei como deixa antever o poema de brecht, se se trata das duas faces da mesma moeda !
Tenho ouvido muita coisa na rua , e uma delas è: somos um país pequenino , eu também fazia o mesmo , se , vão presos , é, tem-se visto ?
abraço
________ JRMARTo

Gisela Rosa disse...

Belíssima escolha!

Austeriana disse...

O Brecht nunca me enganou. Génio. Topou-os à légua.
Excelente escolha.

clara disse...

Muito interessante, Paulo.
Agora é mais um empresário que desapareceu sem pagar a ninguém, um tal Sarmento Coelho.
Porca miséria!

Paulo disse...

Teresa, há um trabalho a fazer no que respeita a alertar as gentes para os deveres que têm como cidadãos e que é muito mais do que votar de 4 em 4 anos. É fundamental, sobretudo para as gerações futuras.
Zé Marto, o encolher de ombros também faz de nós, por vezes, analfabetos políticos. O discurso "da rua" é típico de algum analfabetismo (repara que há condenados em tribunal que são reeleitos pela gente "da rua"). Quanto a mim, há que ir mais fundo...à educação. Os países com baixa iliteracia, não têm corrupção. Os varas e os penedos não saem do nada, emergem... da "rua". Abraço
Gisela,é a força da poesia na denúncia da maldade e Brecht é exemplar.
Austeriana, sem dúvida, Brecht tem magníficos poemas que, de resto, reli a propósito do Muro que são obras primas.
Clara, sabes, agora é só começar a puxar o fio à meada... e o silêncio das associações empresariais sobre estes seus pares?