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30 janeiro 2011
Uma canção, uma geração e a mudança que aí vem...
Sou da geração sem remuneração
e não me incomoda esta condição.
Que parva que eu sou!
Porque isto está mal e vai continuar,
já é uma sorte eu poder estagiar.
Que parva que eu sou!
E fico a pensar,
que mundo tão parvo
onde para ser escravo é preciso estudar.
Sou da geração ‘casinha dos pais’,
se já tenho tudo, pra quê querer mais?
Que parva que eu sou
Filhos, maridos, estou sempre a adiar
e ainda me falta o carro pagar
Que parva que eu sou!
E fico a pensar,
que mundo tão parvo
onde para ser escravo é preciso estudar.
Sou da geração ‘vou queixar-me pra quê?’
Há alguém bem pior do que eu na TV.
Que parva que eu sou!
Sou da geração ‘eu já não posso mais!’
que esta situação dura há tempo demais
E parva não sou!
E fico a pensar,
que mundo tão parvo
onde para ser escravo é preciso estudar.
12 dezembro 2010
Gosto!
Não conheci a Leopoldina. Nessa altura ainda não havia CDs e os gravadores Geloso tinham umas bobines que faziam um sussurro irritante ao rodar.
Mas ouvir este conjunto de reinterpretações das nossas músicas infantis é recordar um tempo bom. Algumas estão muito bem conseguidas, outras nem tanto (digo eu), mas experimentem pôr uma criança de dois anos a ouvir e olhem se ela se importa.
Preço: três euros. E um vai para a Missão Sorriso.
Para os Deolinda vão cinco estrelas.
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