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25 novembro 2010

Honrados com a distinção


Fiquei então a saber que «O Prémio Dardos é o reconhecimento dos ideais que cada bloguista emprega na transmitissão de valores culturais, éticos, literários, pessoais, etc... que em suma, demonstram a sua criatividade através do pensamento vivo que está e permanece intacto entre as suas letras, e as suas palavras. Esses selos foram criados com a intenção de promover a confraternização entre os blogueiros, uma forma de demonstrar o carinho e reconhecimento por um trabalho que agregue valor à Web».

Muito reconhecidos estamos à Austeriana, do blogue Bicho Carpinteiro, e à Ana Paula, do Catharsis, por tão gentilmente nos terem distinguido desta forma. É uma cumplicidade saborosa, a da partilha deste prémio. A verdade seja dita: cá "por casa", quem tem estado à altura dele é o nosso indefectível Paulo, aqui sempre de pé firme, sem desanimar. Aquilo é que é uma disciplina! As outras duas blogueiras bem terão de fazer por merecê-lo.

O prémio Dardos requer o cumprimento de algumas regras, a saber:

- Exibir a imagem do Selo no blogue;
- Revelar o link do blogue que atribuiu o Prémio;
- Escolher 10, 15 ou 30 blogues para premiar.

Assim, nomearemos de seguida 10 lugares que, entre outros, e seguramente tão merecedores quanto estes, vão enriquecendo este largo espaço virtual. 











O nosso obrigado a todos quantos nos têm enriquecido, proporcionando a reflexão através  da sua voz, do seu pensamento, e nos têm deleitado com  a sua arte e imaginação.

24 janeiro 2010

Estes prémios dão cá uma trabalheira!



Pela mão generosa da Austeriana, gestora do excelente Bicho Carpinteiro, o "Marcas" recebeu mais este certificado de qualidade. Todos vaidosos, agradecemos e cumprimos o preceito: distinguir pelo menos outros cinco blogues. Como fui indigitada para a tarefa, e as minhas viagens na net têm variado pouco de itinerário, aqui estão alguns dos indefectíveis. Há outros, mas como já foram laureados... Mais uma vez, obrigada, Austeriana. E o prémio vai para:

Catharsis
A Matriz dos sonhos
Abencerragem
Vaandando
Há Vida Em Marta

Bem, vamos lá então responder, que isto parece coisa séria:

a) Tens medo de quê?
Do mar. Se começo a pensar que estou “sem pé”, é uma desgraça. É um trauma.

b) Tens algum "guilty pleasure"?
Com franqueza, acho que não. A “culpa” dá cabo de tudo. (Mas ontem vi um cachecol muitagiroooooo. Hei-de ir lá outra vez.)

c) Farias alguma "loucura" por amor/amizade?
Sem contar com as que já fiz?... São as melhores loucuras.

d) Qual o teu maior sonho? [Não vale responder Paz, Amor e Felicidade ;) ]
Sinceramente, não tenho esse “maior sonho” – tenho muitos, mas pequeninos. E lá vou chegando, lá vou chegando.

e) Nos momentos de tristeza, abatimento, isolas-te ou preferes colo? (Não vale brincar)
Primeiro preciso de estar comigo; depois começo a ficar farta e a pedir colo.

f) Entre uma pessoa extrovertida e outra introvertida, qual seria a escolha abstracta?
Abstractamente, fico intimidada com as pessoas muito fechadas, mas as pessoas são mais do que isso, portanto, para mim, esse aspecto não é relevante.

g) Sentes que te sentes bem na vida, ou há insatisfações para além do desejável?
Tenho feito, sempre, por me sentir bem na vida. Se passar a noite a chorar pelo sol, como posso ver as estrelas?

h) Consideras-te mais crítico ou mais ponderado? (mesmo sabendo que há críticas ponderadas)
Sou crítica, sem margem à ponderação quando estão em risco valores que considero essenciais: o respeito, a liberdade, a igualdade ou a justiça. Sou uma pessoa pacífica, mas não procuro o consenso a qualquer preço.

i) Julgas-te impulsivo, de fazer filmes, paciente ou... (define o que te julgas no geral).
Ainda bem que tenho seguido alguns impulsos, embora os filmezitos que fiz em miúda fossem de muito má qualidade. Agora, procuro entrar em cena num estilo slow motion. É um excelente exercício.

j) Consegues desejar mal a alguém e eventualmente concretizar? (Responder com sinceridade)
Felizmente, nunca me aconteceu desejar verdadeiramente o mal de alguém. Mas arrepio-me só de pensar que há coisas que me poderiam fazer sentir isso.

k) Conténs-te publicamente em manifestações de afecto (abraçar, beijar, rir alto...)
Ahahahahah! Claro que não. Mas acho que o faço com peso e medida, sem dar show.

l)Qual o lado mais acentuado? Orgulho ou teimosia?
Algum orgulho, alguma teimosia. Várias vezes me orgulhei da minha teimosia.

m) Casamentos homossexuais e/ou direito à adopção?
Há dois textos que respondem por mim a esta questão: um, aqui do Marcas, - "A modernidade e os equívocos"; outro, o do Luís Januário, em A Natureza do mal.

n) O que te faz continuar com o blogue?
Encontrar motivos de reflexão, trocar pontos de vista, alargar conhecimentos; o divertimento de criar pontes entre vários registos (fotos, textos, músicas).

o) O número de visitas ou de comentários influencia o teu blogue?
Da minha parte, não, porque tenho prazer em fazê-lo. Mas é sempre gratificante o eco (concordante ou discordante) dos comentadores, claro. Para “falar” sozinha, não precisava do blogue.

p) Na tua blogosfera pessoal e ideal, como seria ela?
Oups! Essa coisa “dos ideais”… Quando não me agrada o tom, faço delete ao comentário. O tom, sim, o tom boçal de muitas coisas que se escrevem na net, desagrada-me. Para se exercer a crítica ou discordar não é preciso isso.

q) Devia haver encontros de bloguistas? Caso sim em que moldes e caso não porquê?
Já há, tanto quanto sei, e muito publicitados; parece-me um caminho natural, quando se encontra afinidade com os interlocutores e se tem curiosidade em conhecê-los. Não tenho nada contra.

r) Sabes brincar contigo mesmo e rir com quem brinca contigo? (Não vale responder com ironias).
Quase sempre me rio das minhas parvoíces. Quase sempre rio com quem brinca comigo. Gosto de quem tem sentido de humor, fina ironia.

s) Já agora, qual ou quais os teus principais defeitos?
Um certo grau de perfeccionismo que, não raro, é contraproducente. O resto são idiossincrasias que vão bem com o meu tom de pele.

t) E em que aspectos te elogiam e/ou achas ter potencialidades e mesmo orgulho nisso?
(Ai elogiam? Quem, quem? O quê?) Alguma coisa em mim que eu desconheça?

u) Entre uma televisão, um computador e um telemóvel, o que escolherias?
Dispensaria facilmente a televisão.

v) Elogias ou guardas para ti?
Sempre que me parece merecedor, teço o elogio. Sobretudo se pode ser uma forma de reforço positivo.

w) Tens a humildade suficiente para pedir desculpa sem ser indirectamente?
Sim. Sempre directamente.

x) Consideras-te, grosso modo, uma pessoa sensível ou pragmática?
Sensível e pragmática, grosso modo.

y) Perdoas com facilidade?
Depende. Se alguém que eu prezo e respeito me fizesse uma sacanice, acho que não. (Para perdoar, é preciso que não se esqueça o conflito, não é? E se a gente o esquece? É porque já perdoou?)

z) Qual o teu maior pesadelo ou o que mais te preocupa?
Várias coisas: que os filhos e a família não estejam bem (com eles e com a vida); perder a sanidade mental ou ficar fisicamente dependente de outros; sobrecarregar a família.